Mostrando postagens com marcador cursos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cursos. Mostrar todas as postagens

28.6.13

Em Julho, a carta da APJCC é o Cinema Contemporâneo

CURSO DE CINEMA ASIÁTICO CONTEMPORÂNEO: ENFIM ÀS ÍNDIAS

Se houve vezes na História do Cinema em que os EUA trouxeram a novidade, ou a França, a Itália, o Brasil, a URSS, hoje, sem dúvida, é dos países do Extremo Oriente que surgem os objetos mais notadamente não-identificados. Afora o movimento forte de vanguarda, parece vir de lá, como se não bastasse, o melhor “cinema clássico”, assim como o melhor “cinema comercial”.
Tais cinematografias, por se tratarem de obras experimentais e/ou distantes, tem circulação restrita a poucos circuitos alternativos. Devido a essa falta de acesso, acabamos creditando a outrem o pódio que outros mereciam ocupar.
O “Curso de Cinema Asiático Contemporâneo: enfim às Índias” propõe uma grande navegação a esse inexplorado continente, tão rico e fascinante. A cartografia deverá ser crítica, os olhos nus e a vontade de exploração criativa. Serão 4 módulos, 2 cineastas perseguidos em cada. Enfim às Índias, sem sair do lugar.


Módulo 2: A vida como ela é, uma vez
(HONG SANG SOO & JIA ZHANG-KE E A ORIGEM DO MUNDO)


Se gênios do cinema como Yasujiro Ozu, Roberto Rossellini, Eric Rohmer, Jean Eustache acreditaram na máquina audiovisual como esse aparato que ao revelar o mundo constrói um universo, é porque seguiam a máxima hermética que o que está do lado de fora é como o que está do lado de dentro. Verdadeiros mensageiros alados, ao deslizar as encostas do caminho que trilharam, engendraram em seus momentos de comunicação com o mundo, fiéis epifanias, tecidas de arte e milagre.
Hong Sang-Soo e Jia Zhang-Ke, herdeiros contundentes deste cinema que Louis Lumiére, Robert Flaherty, André Bazin, Cesare Zavattini sonharam outrora, são, enquanto orientais (ocidentais), indivíduos ícones de nossa era.
Os personagens do primeiro são sempre homens-artistas-perdidos, perdidos com sua mente e a vontade inelutável de criar, perdidos com sua pica e a vontade inexorável de copular... Em “Noite e dia”, em cena antológica e ontológica, numa exposição dos quadros do realista Gustave Courbet, o casal discute, perscrutando o quadro, se ele se chama “A Origem do Mundo” ou “A Origem do Homem”. O diretor coreano Hong Sang-Soo, ao originar o seu mundo no espaço do tempo de um plano, retorna sempre às origens do homem & ao originar no personagem o homem segue sempre em direção ao mundo. Assim como o quadro que está na parede do museu não é nada além de uma superfície com tintas, o universo que se projeta fantasmático não é nada mais que luz de um outrora aprisionado. A vida como ela é, uma vez.
O segundo, o chinês Jia Zhang-Ke, impressiona com o seu faro de observador atento das superfícies mais profundas. Vê no cinema, claramente, sacro ofício de uma função: registrar o Mundo. Tarefa paradoxal em sua subjetividade-objetividade, labiríntica em suas entranhas, a arte de gravar é, em seu livre-arbítrio, problema ético dos mais complexos.
Em “Em busca da Vida”, filme onde registra o drama de cidadãos se adequando às decisões da nação, Jia traz a tona o homem em sua relação mais direta com a existência. Lembrando sempre da ficção inerente à construção artística, não obstante, nos recorda sempre que há um narrador, e que toda verdade só pode brilhar envolta neste olhar terno e desconfiado chamado mentira. A vida como ela é, uma vez.
Era uma vez...

Idealização e texto: Mateus Moura (APJCC – 2013)


SERVIÇO:


Módulo II – A vida como ela é, uma vez
09, 10, 11 e 12 de julho
De 10h as 13h
No Sesc Boulevard
(Av. Boulevard Castilho França, 522-523 – Campina)

INSCRIÇÕES ABERTAS – de 02 a 12 de julho, das 10h as 18h – no Sesc Boulevard 
CURSO GRATUITO COM VAGAS LIMITADAS
Realização: SESC e APJCC

obs: Não é preciso ter feito o módulo I para cursar este módulo.


MINI-CURSO DE CINEMA CONTEMPORÂNEO

O mini-curso pretende através do percurso instituído pelo Mestre Luiz Carlos Gonçalves de Oliveira Júnior em seus textos "A estética de fluxo no cinema contemporâneo e O cinema de fluxo e a "mise-en scene" analisar um recorte da produção cinematográfica contemporânea sob a luz dos conceitos de plano-fluxo, dispositivo e instalação, e mise en scene. De que maneira os filmes de Hou Hsiao-hsien, Gus Van Sant, Claire Denis, Apichatpong Weerasethakul entre outros, são reveladores de uma contemporânea "crise da cena" e de uma sensibilidade neo-primitiva em relação ao mundo e ao fazer cinematográfico? O problema vai do cinematógrafo Lumière aos efeitos em CGI, passando pela longa historiografia da mise en scene clássica. Interessa ao mini-curso, entretanto avaliar de que maneira os realizadores "do fluxo" impõem uma alternativa sensorial ao reino da linguagem.


Mini-curso de Cinema Contemporâneo

com Miguel Haoni (Coletivo Atalante)
10 à 12 de julho (quarta a sexta)
das 14h às 18h, no auditório do CCBEU
(Tv. Padre Eutíquio, 1309)

Inscrições: 50 R$

VAGAS LIMITADAS

Realização: Centro Cultural Brasil-Estados Unidos

Apoio: APJCC e Coletivo Atalante

1.4.12

APJCC e Sesc Boulevard promovem oficina de Literatura e Cinema


Literatura  e  Cinema   são   artes  que   sempre caminharam   juntas  –  muito  se  fala   da influência   de   uma   sobre   a  outra,  da contribuição  de  uma  para  a  outra.  Esta   oficina  pretende  abordar  essa  relação  já  centenária,  porém  sem  recorrer  necessariamente  à  adaptação  cinematográfica  propriamente  dita.

1.2.12

Inscrições abertas para curso de cinema e cineclubismo

 
A Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema, em parceria com a Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos, promove entre os dias 6 e 10 de fevereiro (segunda a sexta), das 14 às 18 horas, o Curso de Cinema e Cineclubismo, ministrado por Miguel Haoni com carga horária máxima de 20 horas.
O curso pretende através de uma oficina de formação cineclubista e duas unidades de teoria cinematográfica (o Cinema Clássico de John Ford e o Cinema Moderno de Federico Fellini) municiar os participantes para o desenvolvimento de ações arte-educativas de crítica e cineclubismo.
Compreendido como uma atividade regular e gratuita de exibição e discussão de filmes, o cineclube é espaço privilegiado para o desenvolvimento do pensamento cinematográfico através da colaboração democrática no processo de construção do conhecimento, além de propiciar um passeio crítico sobre a produção local, nacional e internacional.
Neste sentido, o curso aqui apresentado pretende-se um incentivador para o surgimento de novos e diferentes cineclubistas (componentes vitais do cineclube). Qual o projeto pedagógico da curadoria do cineclube? Como manipular os mecanismos de divulgação das sessões? Como sustentar o debate presencial e virtual após as exibições? Tais questões serão linhas-mestras que o curso pretende traçar.
As unidades teóricas partem de sessões cineclubistas (exibição e debate sobre os filmes "Rastros de Ódio" e "Fellini 8 e meio") para exercícios de olhar em que as noções de estilo e escrita fílmica regulam a inserção de dois cineastas-mestres, e seus respectivos universos líricos, em diferentes cânones historiograficos.
As inscrições para o Curso de Cinema e Cineclubismo podem ser feitas pelo telefone 8717-9683 e o investimento é de R$50,00.


Sobre as unidades:

Unidade Um
Oficina de formação cineclubista
Um passo-a-passo introdutório nos vários meandros da prática cineclubista (projeto pedagógico, programação, divulgação, produção e registro), a oficina pretende incentivar os participantes a transformar suas cinefilias numa ação educativa multiplicadora, além de oferecer ferramentas para os iniciados no cineclubismo potencializarem suas atividades.

Unidade Dois
Fazendo westerns: o Cinema Clássico em John Ford
Ao mesmo tempo direto e carregado de subtextos, o cinema do americano John Ford é um monumento à complexidade das emoções, aos conflitos essenciais e, sobretudo, ao poder expressivo das imagens. A aparente simplicidade de suas narrativas e personagens esconde um dos mais fascinantes universos poéticos e a parcimônia do estilo é um convite permanente à descoberta do que de mais humano o cinema de gênero produziu.

Unidade Três
Um brinquedo maravilhoso: o Cinema Moderno em Federico Fellini
Transformando seus traumas e obsessões em espetáculos circenses, o italiano Federico Fellini foi um dos maiores autores da história do cinema. Numa radicalização do barroco audiovisual, Fellini fundou suas alegorias nos dilaceramentos da vida. Sua fauna de rostos mudos e cenários histéricos é palco para gigantescas mulheres-bebê e frágeis machos num dos retratos mais perturbadores e sinceros da condição humana.

Serviço:
Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos apresenta: Curso de Cinema e Cineclubismo (20 horas/aula)
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)
De 6 a 10 de fevereiro (segunda a sexta), das 14 às 18 horas no auditório do SDDH (Av. Govenador José Malcher, 1381, Bairro Nazaré )
Informações e inscrições pelo fone: 8717-9683
Investimento: R$ 50,00
VAGAS LIMITADAS

Realização: SDDH e APJCC
Apoio: Cineclube Amazonas Douro

18.1.12

Miguel Haoni ministra curso de cinema e cineclubismo

Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos apresenta:
Curso de Cinema e Cineclubismo (20 horas/aula)
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)

De 6 a 10 de fevereiro (segunda a sexta)
das 14 às 18 horas
no auditório do SDDH (Av. Govenador José Malcher, 1381, Bairro Nazaré )

Informações e inscrições pelo fone: 8717-9683
Investimento: R$ 50,00
VAGAS LIMITADAS

Realização: SDDH e APJCC

21.10.11

APJCC e SESC promovem curso de crítica cinematográfica

Cinema é a arte das imagens em movimento. Como arte é o canal de expressão de homens e mulheres que concebem o mundo sob um prisma poético. Como imagens é o espelho da humanidade nos últimos 115 anos: suas ilusões, vergonhas, vitórias e medos projetados em 24 quadros por segundo. E como movimento é a música da luz, a montanha russa nas mais impressionantes paisagens do inconsciente. 
Tudo isso, porém, quase sempre passa batido na nossa convencional  fruição de filmes. A dieta viciada de audiovisual imposta pela indústria massiva de imagens, nos impede de observar o universo por trás dos "roteiros e atuações".
Poesia em cinema é feita de zoom e travelling; do comportamento da câmera à mise-en-scène; do enquadramento criativo à duração do plano. Em resumo: da forma como se manipula a linguagem cinematográfica.
Nesse sentido o Centro Cultural SESC Boulevard propõe o Curso de Crítica Cinematográfica (ministrado por Miguel Haoni da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema), que com a ajuda da História Contemporânea e da Filosofia da Arte pretende lançar um outro olhar sobre o fenômeno audiovisual artístico.
O curso pretende, através de três unidades ( I Cinema Clássico Hollywoodiano; II Vanguardas de 20; e III Cinema Novo brasileiro) observar como diferentes cineastas concebiam a arte em momentos chave de sua evolução histórica.
 A partir do debate crítico, leitura de textos e análise de filmes ("Sua Esposa e o Mundo" de Frank Capra e "Iracema - Uma Transa Amazônica" de Jorge Bodanzky e Orlando Senna) o curso pretende desvendar de que maneira esta linguagem de imagens é tecida na construção de discursos e sensações, configurando parte fundamental de nossa experiência no mundo contemporâneo.


Sobre as unidades:

Unidade I: Artífices da transparência: o cinema clássico
Após a sua conturbada gênese, o cinema atravessou um processo de moralização simultâneo ao desenvolvimento de sua linguagem específica. Protagonizado por cineastas americanos, o "cinema clássico" representou a libertação dos códigos cinematográficos de seus correlatos nas outras artes. Apesar da domesticação posterior, sua criação entretanto, representou um dos momentos mais criativos na história.

Unidade II: A imagem fluida ou as Vanguardas de 1920
Na Europa dos anos 20, enquanto o cinema se enrijecia num padrão clássico, diversas cinematografias nacionais propunham novas formas de abordagem audiovisual. O impressionismo e o surrealismo na França, o expressionismo na Alemanha e as pesquisas de montagem na União Soviética ofereciam uma oposição selvagem ao modelo cinematográfico hegemônico.
 
Unidade III: Uma câmera na mão e muita raiva: Glauber Rocha e o Cinema Novo

Após o lançamento do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, o cinema brasileiro havia entrado definitivamente por uma nova vereda. O contato entre grupos de jovens cineastas na Bahia e no Rio de Janeiro afinava aquilo que desencadearia um dos movimentos cinematogáficos mais importantes do 3° mundo. O Cinema Novo brasileiro deixou um legado valiosíssimo para o audiovisual latino americano e através da trajetória de seu maior mestre, Glauber Rocha, acompanharemos como a revolução chegou às telas do país.
 
Serviço:  

Centro Cultural SESC Boulevard apresenta: Curso de Crítica Cinematográfica (12 horas/aula). 
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)
De 25 a 27 de outubro (terça a quinta), das 18 às 22 horas no auditório do SESC Boulevard (Boulevard Castilho França, n°522/523)
Informações pelo fone: 3224-5654/5305
INSCRIÇÕES GRATUITAS NO LOCAL
VAGAS LIMITADAS
Realização: CCBEU e APJCC

12.9.11

APJCC é parceira na realização da Semana do Audiovisual em Belém


De 13 a 16 de setembro, na Semana do Audiovisual (SEDA), uma programação gratuita e livre acontecerá em Belém. Pela manhã oficinas, laboratórios e mini-cursos já preencheram suas vagas para experiências notáveis entre pequenos grupos. À tarde ocorrerá, no Líbero Luxardo, uma Mostra de 7 produtoras locais com direito a relatos de experiência e conversa com os realizadores após as exibições. À noite, na Livraria Saraiva, acontecerão as mesas de debate sobre diversos assuntos relacionados ao audiovisual.

A produção independente no Brasil se sustenta muito mais no companheirismo de quem tem amor pelo que faz do que na disponibilidade de recursos. Essa Mostra e essas Mesas da SEDA Belém abrem espaço para produtoras, coletivos, associações, pensadores, sacerdotes, sábios e santos que fazem cinema acima de tudo com paixão e a caminho da sabedoria. É uma ode aos errantes, e um campo de batalha. Fazer, refletir o feito, pensar, aplicar o pensamento, dialogar, moldar o ser a partir dos encontros, estar presente. Nesses 4 dias, muito pode acontecer, enquanto semente, enquanto luz,enquanto cinema. Persigamos a expansão. Sejamos dignos, humildes.

PROGRAMAÇÃO:

Terça-feira - 13/09

(14h30) Mairí Produções
Filmes que serão exibidos:
A janela (4 min)
O rebanho (6 min)
Filho de Xangô (30 min)
Os comparsas (15 min)

(16h) Coletivo Resistência Marajoara
Filmes que serão exibidos:
Quem calou a língua de feiticeira que os donos do mundo temiam (15 min)
Sucuriju: A LENDA DA COBRA GRANDE (10 min)
A FESTA DA COBRA (15 min)

(19h30) Mesa de debate:
Cinema e educação em Belém – As práticas e os desafios
Participantes: Josy Samantha (aluna do curso de cinema da UFPa), Darcel Andrade (Coordenador do projeto Educacine), Mateus Moura (APJCC) e Ramiro Quaresma (Cinemateca Paraense)

Quarta-feira - 14/09

(14h30) Abuso Produções
Filmes que serão exibidos:
Caligari (6 min)
Um dia perfeito (3 min)
Conto de sangue (6 min)
Necronomicon 2.0 (15 min)
Puzzle (15 min)

(16h) Andrei Miralha
Filmes que serão exibidos:
Admirimiriti (11 min)
Miriti Miri (15 min)
Nossa senhora dos Miritis (12 min)
Muragens – crônicas de um muro (10 min)

(19h30) Mesa de debate:
O pensamento crítico de cinema em Belém – seus espaços e seus ecos
Participantes: Felipe Cruz (crítico blogueiro), Francisco Weyl (crítico boca de ferro e cybernético) e Max Andreone (ativista cultural maldito)

Quinta-feira - 15/09

(14h30) DF 5
Filme que será exibido:
Cartão Postal (60 min)

(16h) Sr. Cheff Produções
Filmes que serão exibidos:
PRIMEIRO (18 min)
D.Juan (33 min)

(19h30) Mesa de debate:
Os vários caminhos de produção de cinema em Belém
Participantes: Marcelo Marat (realizador – Abuso Produções), Joaquim Araújo (realizador – websérie Nós) e Adriano Barroso (ator e roteirista)

Sexta-feira - 16/09

(14h30) kinemAndara (V. F. Cecim)
Filmes que serão exibidos:
Matadouro (8 min)
Permanência (17 min)
Sombras (18 min)
Malditos mendigos (15 min)

(16h) qUALQUER qUOLETIVO
Filme que será exibido:
qq em quão quoletivo (?)

(19h30) Articulando Redes: Integrando as experiências audiovisuais na Amazônia
Participantes: Delson Cruz (Regional Norte Minc), Caio Mota (Difusão-Manaus), Otto Ramos (Palafita-Macapá), Nilton Silva (Redecom–Belém), Antônio Botelho (GAM – Marabá) e Samir Raoni (Rede Norte de Cineclubes).

Confira a programação completa da mostra e saiba mais sobre os grupos que estão por trás de cada produção no site http://garfoefaca.net/seda


teaser SEDA BELÉM from Garfo e Faca on Vimeo.

Serviço:

Semana do Audiovisual - SEDA Belém
de 13 a 16 de setembro

Exibições de filmes:
Cine Líbero Luxardo - Av. Gentil Bittencourt, 650
A partir das 14h30

Mesas de dabate:
Livraria Saraiva - Shopping Boulevard
19h30

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

Realização:
APJCC
Circuito Fora do Eixo
Clube de Cinema
RNC

Parceiros:
Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves
Universidade Federal do Pará
Circuito Polifônico
Casarão Cultural Floresta Sonora

Apoio:
Sav Cine + Cultura
Saraiva
Ná Figueredo
Black Soul Samba
Mahamantra Malabares
Qualquer Quoletivo
Garfo e Faca
Curupira Antenado
Redecom
Proex
Dac

10.9.11

Curso de Introdução à Linguagem Cinematográfica no CCBEU

Centro Cultural Brasil Estados Unidos apresenta:

Curso de Introdução à Linguagem Cinematográfica 
(Ou História do Cinema)

Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)

20 horas/aula



Serviço:

de 26 a 30 de setembro (segunda a sexta)
das 18 às 22 horas
no Auditório do CCBEU - Tv. Padre Eutíquio, 1309
Investimento: R$ 50,00
Informações pelo fone: (91) 3221-6100

VAGAS LIMITADAS
Realização: CCBEU

14.8.11

Curso de História(s) do Cinema no Colégio Sucesso




Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema e Colégio Sucesso apresentam

"Curso de História(s) do Cinema “
(20 horas/aula)
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)

de 22 a 26 de agosto (segunda a sexta)
das 15 às 19 horas
no Auditório do Colégio Sucesso - Travessa Mauriti, 1032. Sacramenta, entre Perdro Miranda e Antonio Everdosa
Investimento: R$ 50,00 (inscrições gratuitas para alunos dos Colégios Sucesso e Ideal)

Inscrições pelo fone: (91) 8717-9683
VAGAS LIMITADAS

Realização: APJCC e Colégio Sucesso
Apoio: Cineclube Amazonas Douro e Grupo Ideal

20.7.11

Curso debate movimentos essenciais na evolução da linguagem cinematográfica




O Curso de História(s) do Cinema, promovido pelo Casarão Cultural Floresta Sonora em parceria com a Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema e com o Cineclube Amazonas Douro, propõe uma reflexão sobre três momentos essenciais na evolução da linguagem cinematográfica: o estabelecimento do cinema narrativo clássico com o sistema de gêneros (destacando-se o Faroeste); as Vanguardas de 20 que se opunham ao esquema clássico (destaque para o Surrealismo); e a gênese do Cinema Moderno, uma espécie de fusão das concepções anteriores. Na quarta unidade será avaliado como o esquema canônico aqui dividido é responsável pela formação de cinematografias discriminadas, marginais na marcha da história mas essenciais para o desenvolvimento da arte.

O curso, ministrado por Miguel Haoni*, ocorre no período de 25 a 29 de julho (segunda à sexta), das 14 às 18 hs, com investimento de 50R$. Inscrições pelo fone: 8717-9683.

Sobre as unidades:

Unidade um A cosmogonia americana: ética e estética do faroeste
Inspirados pela ancestral tradição da narrativa, cineastas americanos na aurora de hollywood, dão movimento às tradicionais estórias do velho oeste. Apoiados pela documentação, eles criam uma nova mitologia com deuses e heróis lutando contra as forças da natureza. Os filmes de faroeste representam uma das formas mais sensíveis e ousadas de representação da realidade, do homem e das tragédias da existência .

Unidade dois: Luzes da loucura: Buñuel e o Surrealismo
Um dos momentos chave da história do cinema, o movimento surrealista francês será amplamente observado em todas as suas dimensões e princípios através da trajetória do grande Luis Buñuel, que com sua vasta filmografia, lançou luz aos aspectos mais subterrâneos do inconsciente humano.

Unidade três: Realismo e opacidade: a gênese do Cinema Moderno
Em meados de 1940, o cinema passa por uma modificação radical na sua concepção expressiva e na forma de abordar os fenômenos humanos. Através da influência revolucionária de Cidadão Kane e Roma, Cidade Aberta a década pavimentou o terreno para o desenvolvimento de novas formas de conceber e realizar filmes através do mundo: nasce o que se convencionou chamar de “Cinema Moderno”. E nada mais foi como era antes.

Unidade quatro: A revolução mnemônica: panorâmica sobre o Cinema Maldito
O que garante a eternidade de uma obra? O tempo e a sociedade por vezes foram cruéis com grandes artistas que por diversos motivos eram jogados ao limbo do esquecimento e cujas obras foram depreciadas por muitos. Mas não por todos. E nesse sentido entenderemos a relevância do “cinema marginal” e do esforço de seus mantenedores. De Stroheim ao horror italiano, do filme de vingança oriental ao cinema de celular africano, a tradição do cinema maldito é tão grande quanto a das “obras-primas”. Tudo o que precisamos é uma pá, uma peneira e a mente aberta.

*Miguel Haoni é cineclubista, diretor da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema. Coordenou os projetos Cine Uepa, Cinema na Casa e INOVACINE/FAPESPA . Participou do Cine EGPA , Sessão Maldita, Cineclube da Aliança Francesa, Coisas de Cinema e TV Clube, atualmente, coordena o Cine CCBEU, o Cineclube do Colégio Sucesso e o projeto APJCC Debate de intervenção crítica no espaço virtual.

Serviço:
Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema e Casarão Cultural Floresta Sonora apresentam "Curso de História(s) do Cinema" (20 horas/aula)
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)
de 25 a 29 de julho (segunda a sexta)
das 14 às 18 horas
no Casarão Cultural Floresta Sonora - 13 de maio, 363 - Comércio - Entre Frutuoso e Campos Salles
Investimento: R$ 50,00
Inscrições pelo fone: (91) 8717-9683
VAGAS LIMITADAS

Realização: APJCC e Casarão
Apoio: Cineclube Amazonas Douro

3.5.11

Miguel Haoni ministra curso de história do cinema


"Curso de História(s) do Cinema" (30 horas/aula)

Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)*

de 11 a 31 de maio (segundas, quartas e sextas)
das 15h às 18h

Sobre o curso:

Mais de cem anos, o cinema acompanha, registra e encanta homens e mulheres pelo mundo inteiro. Sua trajetória muitas vezes confunde-se com os próprios movimentos perpetrados pelo homem contemporâneo. Nossas vitórias, medos, paixões e misérias foram por vezes, filmadas e projetadas como imagens em movimento. Por conta disto e de seu inestimável valor intelectual e estético, o Cinema configurou-se como a maior contribuição artística do século XX, o que não significa que seja visto, nos dias de hoje, como tal.

A realidade prática nos coloca diariamente em presença de imagens em movimento. Seja na TV, no computador e até mesmo em filmes, o ritual de fruição estética da linguagem audiovisual é gradualmente vulgarizado. A exemplo disso temos o crescimento avassalador do mercado de DVDs piratas que em sua grande maioria, dispõe de um catálogo extenso de títulos lastimáveis, filmes sem valor.

Tal condição torna premente a necessidade de um estudo detido e minucioso sobre o Cinema enquanto linguagem artística. Neste sentido apresenta-se o Curso de História(s) do Cinema, aqui dividido em seis unidades e nove aulas que dão conta de grandes períodos na linha evolutiva da sétima arte. A opção por uma perspectiva histórica não apenas dinamiza a abordagem do objeto estudado, mas também permite questionamentos fundamentais nesta empreitada: Quais foram as permanências e modificações na linguagem cinematográfica ao longo dos anos? Qual o papel das vanguardas e dos movimentos conservacionistas nesta história? Quais as principais escolas estéticas? Qual a ligação entre o cinema e a sociedade através do tempo?

Estas perguntas serão a base norteadora do curso aqui apresentado.

Sobre as unidades:

Unidade I
Artífices da transparência: o cinema clássico
Após a sua conturbada gênese, o cinema atravessou um processo de moralização simultâneo ao desenvolvimento de sua linguagem específica. Protagonizado por cineastas americanos, o "cinema clássico" representou a libertação dos códigos cinematográficos de seus correlatos nas outras artes. Apesar da domesticação posterior, sua criação entretanto, representou um dos momentos mais criativos na história.

Unidade II
A tradição do cinema narrativo clássico no Japão
O cinema clássico grassou uma rcepção mundial imensa atingindo os mais distantes pólos de produção. No Japão, os cineastas que antes, durante e após a Segunda Guerra operavam a matriz melodramática associada ao zen e à crise da modernização, ofereciam ao mundo uma forma particular de arte. A decupagem de Yasujiro Ozu e a mise-en-scène de Kenji Mizoguchi não apenas representavam uma variação formal mas uma maneira única e inovadora de observar o mundo.

Unidade III
A imagem fluida ou as Vanguardas de 1920
Na Europa dos anos 20, enquanto o cinema se enrijecia num padrão clássico, diversas cinematografias nacionais propunham novas formas de abordagem audiovisual. O impressionismo e o surrealismo na França, o expressionismo na Alemanha e as pesquisas de montagem na União Soviética ofereciam uma oposição selvagem ao modelo cinematográfico hegemônico.

Unidade IV
Uma câmera na mão e muita raiva: Glauber Rocha e o Cinema Novo
Após o lançamento do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, o cinema brasileiro havia entrado definitivamente por uma nova vereda. O contato entre grupos de jovens cineastas na Bahia e no Rio de Janeiro afinava aquilo que desencadearia um dos movimentos cinematogáficos mais importantes do 3° mundo. O Cinema Novo brasileiro deixou um legado valiosíssimo para o audiovisual latino americano e através da trajetória de seu maior mestre, Glauber Rocha, acompanharemos como a revolução chegou às telas do país.

Unidade V
A cine-hipnose ou o estilo em Stanley Kubrick
Stanley Kubrick foi um cineasta único no panorama do cinema moderno. Seus filmes mostravam uma ampla consciência do potencial dos gêneros clássicos, mas sobretudo uma manipulação do tempo que atuava diretamente na respiração dos espectadores. Concebendo o cinema como um mantra, Kubrick concebeu obras-primas, tornando-se um dos maiores artistas-pensadores sobre a violência no século XX.

Unidade VI
Sangue de Poetas: panorâmica sobre a violência no cinema
Desde sua gênese, a história do cinema confunde-se com a história do cinema de violência, seja nos clássicos filmes de gênero hollywoodiano, ou os gritos de fome no Cinema Novo latino. Espetáculo vulgar ou expressão lírica, a violência sempre foi grande parceira do cinema, e em torno dela, suas vantagens e desvantagens éticas e estéticas, compreenderemos as funções das tripas e miolos na arte contemporânea.

*Miguel Haoni é cineclubista, diretor da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema. Coordenou os projetos Cine Uepa e Cinema na Casa e participou do Cine EGPA , Sessão Maldita, Cineclube da Aliança Francesa, Coisas de Cinema e TV Clube, atualmente, coordena o Cine CCBEU, Cineclube do Colégio Sucesso e o projeto INOVACINE-FAPESPA, além de escrever crítica de cinema para o Jornal Amazônia.


27.4.11

Cinema documentário no II módulo do curso "A arte audiovisual"



Curso "A arte audiovisual"

Módulo 2 O cineasta perscrutando a realidade (24 horas/aula)

Ministrante: Mateus Moura (APJCC)

de 03 a 08 de maio (terça a domingo)
das 9 às 13 hs
no auditório do SESC Boulevard
Inscrições gratuitas
Vagas limitadas

Sobre o curso:

As pretensões principais são sete: 1. Estimular a cinefilia como prática espiritual; 2. Enfocar certas formas de cinema que caminham estradas marginais; 3. Provocar o ser humano - tenha ele a condição que tiver - a realizar a prática cinematográfica; 4. Convocar os pensadores cinematográficos à produção escrita; 5. Desenvolver poder necessário para vôos críticos na questão filosófica trinária "O que é o cinema? O que é a realidade? O que é o documentário?"; 6. Compreender uma face da História da Humanidade através de certos Artistas e Imagens; e 7. Se questionar o que é a educação, a arte e a cultura - e o cineclubismo no seio disso.

Através da exposição de idéias, filmes, fatos e sonhos, deseja caminhar este curso (o segundo da trindade que pretende abarcar uma discussão sobre a “Arte Audiovisual”).

Sobre as unidades:

1 - Onde tudo começou...
- O primeiro cinema (atualidades X atrações)
- O cinema (ficção X documentário)
- “Diretor”, “Cinegrafista”, “Fotógrafo”, “Cineasta”
- A História (contada X registrada)

2 – Robert Flaherty – encenando a realidade
- O espetáculo do real
- encenação X registro
- luz, som e paisagem
- Robert Flaherty (autor)

3 – Dziga Vertov - um homem, uma câmera e o mundo
- “kino-glaz” (cine-olho) e “kino-pravda” (cine-verdade)
- os kinoks e os meios de produção
- o contexto histórico (vanguarda e comunismo)
- a montagem (manipulação)

4 – Robert Drew e cia - observadores sociais
- a evolução tecnológica e sua relevância na revolução estética
- o cinegrafista, o técnico de som e o montador
- o tema
- “direct cinema”

5 – Jean Rouch – o desbravador da humanidade
- rapsodo das imagens em movimento (a poesia da narração)
- o experimentalismo a partir do registro
- a realidade interior
- “cinéma vérité”

6 – Eduardo Coutinho – o conversador
- o documentário brasileiro e o cinema do terceiro mundo
- a entrevista
- o ator natural
- o filme se fazendo durante a filmagem

4.4.11

APJCC discute cinema no SESC Boulevard



Nos meses de abril e maio acontecerá no Centro Cultural SESC Boulevard o curso "O que é o cinema?", que tem como objetivo iniciar uma discussão sobre a arte cinematográfica assim como incentivar este segmento em Belém. O curso se dividirá em três momentos: Miguel Haoni será responsável pelo módulo “História do Cinema de Ficção”; Mateus Moura prosseguirá com “Perscrutando a Realidade” e para finalizar Luah Sampaio e Luana Beatriz ministrarão “Materializando a Imaginação”.

Miguel Haoni, cineclubista e diretor da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema (APJCC), iniciará os trabalhos do curso com a “História do Cinema de Ficção”, nos dias 12 a 17 de abril. Este módulo abordará a significância do Cinema enquanto linguagem artística, propondo analisar as principais escolas estéticas, o papel das vanguardas, as modificações na linguagem cinematográfica ao longo dos anos.

Para tal evento, o módulo será dividido em 6 etapas iniciando pela estética dos faroestes americanos; seguindo pela loucura do cinema surrealista, representada pelo cineasta Luis Buñuel; o Realismo francês do entre-guerras; o Cinema Moderno; a Nova Hollywood, e por fim, a revolução que cerca o Cinema Maldito.

Dando continuidade, nos dias 03 a 08 de maio, Mateus Moura, que carrega vários títulos no currículo entre eles o de cineclubista e idealizador da APJCC, continuará o curso tendo em mente debater sobre o cinema documentário. Para isso, além da base teórica que será ofertada (entre eles, André Bazin), Mateus dará destaque aos momentos importantes dos pioneiros do cinema.

“A ideia do curso é fazer essa discussão teórica acerca desta questão trinária: o que é o cinema? O que é a realidade? O que é o documentário?", instiga Mateus Moura. Na ocasião, serão analisadas obras de artistas-problematizadores desde os Irmãos Lumiére, passando por Flaherty, Vertov, Rouch até os Irmãos Maysles e Eduardo Coutinho.

“A pretensão é influir nos potenciais realizadores e críticos o passo para a ação. O olhar crítico mais afinado nos espectadores e a compreensão mais profunda da História e da Cultura do século XX nos homens e mulheres”, finaliza Mateus.

Por fim, Luah Sampaio e Luana Beatriz, integrantes da APJCC, encerrarão o curso, ministrando o módulo “Materializando a Imaginação”, que abordará o cinema de animação. A ideia é mostrar a magia por trás do cinema de animação e perpetuar o conceito de arte deste segmento do cinema, para tal resultado ser obtido, o primeiro passo é desvincular a idéia boba que há sobre a animação e levá-la para o lado artístico. A animação é uma forma de expressão com muitas coisas a oferecer àqueles que decidem apreciá-la.

Para os interessados em participar, os encontros serão diários, sempre de terça ao domingo. O curso obedecerá a dinâmica dos diálogos para cumprir as especificidades do conteúdo programado. Fazem parte do cronograma: aula expositiva e debate com os alunos sobre o conteúdo em questão, pontuado pela exposição de fotos, desenhos, textos e trechos de filmes; exibição parcial de longas-metragens chaves para o entendimento do conteúdo em questão e material didático, críticas ou artigos sobre o assunto em questão.

As inscrições serão abertas a partir do dia 22 de março (terça-feira). Os interessados devem encaminhar-se ao SESC Boulevard, que fica localizado no Boulevard Castilho França, n°522/523, em frente à Estação das Docas, no horário de 10h às 19h entre terça-feira e domingo. O público tem a possibilidade de escolher um ou mais módulos. Cada módulo será em períodos distintos e será constituído de 4 horas por dia, de 9h às 13h. As vagas são limitadas.

SERVIÇO:

Curso "O que é o cinema?"
Módulo I: “História do Cinema de Ficção” com Miguel Haoni.
Módulo II: “Perscrutando a Realidade” (Cinema Documentário) com Mateus Moura.
Módulo III: “Materializando a imaginação” (Animação) com Luah Sampaio e Luana Beatriz.

Período: Módulo I: 12 a 17 de abril/ Módulo II: 03 a 08 de maio/ Módulo III: 24 a 29 de maio
Horário: 09h às 13h
Local: Auditório do Centro Cultural SESC Boulevard (Boulevard Castilho França, n°522/523 – em frente à Estação das Docas)
Informações: (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard) ou (91) 4005-9584/9587 (Assessoria de Comunicação)

INSCRIÇÕES:
Início: 22 de março de 2011, terça-feira.
Horário: 10 às 19h.
Dias: terça a domingo.
VAGAS LIMITADAS
INSCRIÇÕES GRATUITAS

Fonte: ASCOM SESC Boulevard