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22.11.13
Sessão DAQUI apresenta:"Vídeos de Brunno Regis"
Brunno Regis começou como assistente de produção na Greenvision, da diretora Priscilla Brasil. Continuou por várias produções, pegando cada vez mais experiência até o ponto de largar de ser assistente e foi aí que se transformou em diretor de fotografia e que continuou trabalhando seu senso estético, dirigindo alguns clipes do projeto Música & Imagem e o clipe do Felipe Cordeiro, Legal e Ilegal, ainda pela Greenvision Atualmente, está trabalhando independentemente e lançou vários projetos (em parceria com Carol Matos) de repercussão nacional como Aíla, Gang do Eletro e Bonde do Rolê. Mais recentemente dirigiu o clipe do cronistas da rua.
Aíla / Proposta Indecente
A noite de uma mulher que dança com os desacompanhados da festa pra ganhar a vida. a dançarina resolve inverter os papeis e tirar um homem pra dançar, uma proposta indecente.
Felipe Cordeiro / Legal ou Ilegal
Um plano sequência que acompanha as figuras e estereótipos da música de Felipe Cordeiro, o que liga te cai melhor?
Gang do Eletro / Velocidade do Eletro
A Gang do Eletro dando um passeio pelo seu reduto: o comércio de belém.
Molho Negro / Mania de Perseguição
A banda em apresentação ao vivo na galeria Gotazkaen pro projeto música & imagem.
Cronistas da Rua / Amanajé
O grupo em apresentação ao vivo logo embaixo do Mercado de São Brás
Gotazkaen / Reduto Walls
Trailer de filme documentário a ser lançado em 2014 sobre a discussão da arte urbana na capital paraense.
Serviço:
27 de novembro, quarta-feira
Às 19h, no Sesc Boulevard
(Avenida Boulevard Castilho França, 522/523-Campina)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e SESC Boulevard
Curadoria: Tiago Freitas(APJCC)
Mais informações
sescboulevard.blogspot.com.br
8374-9497
3224-5654
21.10.13
Sessão Daqui exibe vídeos de Cezar Moraes
Diretor , roteirista, produtor e fotografo de cinema e vídeo, começou a carreira em 2006 quando co-dirigiu e atuou no curta-metragem “Jack Picadinho” o qual foi premiado no mesmo ano como melhor curta-metragem de ficção de 2006 na mostra na sequencia da III Mostra Pará Cine Brasil, cursou no Rio de Janeiro Direção Cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, em 2010 voltou a Belém e participou e dirigiu o Projeto de mini-série do IAP “EVA FAZ DE CONTA”, fundou junto com Angela Gomes o Coletivo de Cinema os Parauaras e o Projeto “Oficina de Curtas” que visa capacitar jovens e adultos ao mercado audiovisual paraense.
Desde 2011 atua como instrutor de audiovisual do Projeto Biizu da Secretaria de Comunicação do Estado do Pará, em 2012 Fundou com Angela Gomes e Thiago Souza a Visionária Filmes com foco em Projetos audiovisuais transmídia.
História de Pescador (fic)
13 minutos
Projeto Olhar Odivelas II
O tirador de caranguejo João Dico se vê em apuros ao ter que passer a noite no manguezal depois que, ao voltar de um dia de trabalho no mangue, descobre que sua canoa sumiu e só um milagre poderá trazê-lo de volta pra casa.
Verônica não deita (Fic)
8 minutos
Projeto Oficina de Curtas
Verônica é um travesti que sobre com o preconceito e e a violencia porém Verônica não deita.
Luz (Fic)
7:40 minutos
Projeto Oficina de Curtas
Um família com dificuldades de relacionamento se vê em um momento desconfortável quando falta a luz e eles tem que se deparar com suas dificuldades para melhorar a relação.
Fantasma (Fic)
7:30 minutos
Escola de Cinema Darcy Ribeiro
Vende-se ( Fic lançamento )
6 minutos
Projeto Oficina de Curtas
Toda qualidade de bicho ( Doc )
10 minutos
Toda a qualidade de bicho mostra a realidade do ultimo artesão de Boi de São Caetano de Odivelas, que faz o boi a 60 anos e ele relata a dificuldade de manter esta tradição.
Educação no campo é direito na esmola ( Doc )
7 minutos
Projeto Biizu ( Secretaria de Comunicação do Estado do Pará )
Talio é um estudante de 11 anos que enfrenta as dificuldades do dia para se manter na escola e estudar por um futuro melhor
A Escada ( Fic )
2minutos
Projeto Pequenos projetos Audiovisuais ( Casa da Juventude )
Vídeo minuto que apresenta relação de da diversidade sexual entre jovens
Quanto custa ( Fic )
4:40
Projeto Oficina de Curtas
O Filme retrata na visão da câmera o ciclo da violência urbana, nos fazendo uma reflexão de nossas atitudes na sociedade.
Serviço:
30 de outubro, quarta-feira
Às 19h, no Sesc Boulevard
(Avenida Boulevard Castilho França, 522/523-Campina)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e SESC Boulevard
Curadoria: Tiago Freitas(APJCC)
Mais informações
sescboulevard.blogspot.com.br
(91) 8374-9497
(91) 3224-5654
15.9.13
Sessão Daqui apresenta vídeos de André Marçal
Cinco Minutos
Sinopse: Cinco Minutos é um curta-metragem de ficção/ação. Um rapaz se depara com uma situação de confronto físico num dia que parecia ser tranqüilo e sem problemas. Ele então decide enfrentar esse problema da forma mais inesperada e inusitada possível. No entanto o que parecia ser surpreendente torna-se curioso com a chegada de alguém muito especial que define a situação dando um ponto final no problema.
Abra os Olhos
Sinopse: Dan (André Marçal) é um simples responsável por entregar as mercadorias da loja em que trabalha. No que parecia ser um dia comum de trabalho ele acaba se envolvendo em uma situação de vida ou morte ao tentar ajudar Shirley (Nany Figueiredo) que sofre violência domestica ao ser espancada pelo marido, Micley (Gilson Araújo). Agora Dan precisa da Ajuda de seus amigos Lu (Luiz Guerreiro) e Ringo (Leo Wukong) para sair dessa confusão e salvar a vida de Shirley.
* * *
A "Sessão Daqui" é um projeto do Sesc Boulevard em parceria com a APJCC(Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema) que tem o intuíto de dar visibilidade aos realizadores do cenário Audiovisual Paraense.
Serviço:
18 de setembro, quarta-feira
Às 19h, no Sesc Boulevard
(Avenida Boulevard Castilho França, 522/523-Campina)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e SESC Boulevard
Curadoria: Tiago Freitas(APJCC)
Mais informações
sescboulevard.blogspot.com.br
(91) 8374-9497
(91) 3224-5654
20.7.13
Sessão Daqui realiza Mostra Cinema e Miritismo no Sesc Boulevard
Mostra Cinema e Miritismo
Rorschach
8m50s
Spaghetti Eisenstein
2m40s
Pega Não Me Larga
1m
Tereza e a Crítica
8m38s
A "Sessão Daqui" é um projeto do Sesc Boulevard em parceria com a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema) que tem o intuito de dar visibilidade aos realizadores do cenário audiovisual paraense.
Serviço:
31 de julho, quarta-feira
Às 19h, no Sesc Boulevard
(Avenida Boulevard Castilho França, 522/523-Campina)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e SESC Boulevard
Curadoria: Tiago Freitas (APJCC)
Mais informações
Blog do Sesc Boulevard
Facebook da APJCC
(91) 8374-9497
(91) 3224-5654
28.6.13
Em Julho, a carta da APJCC é o Cinema Contemporâneo
CURSO DE CINEMA ASIÁTICO CONTEMPORÂNEO: ENFIM ÀS ÍNDIAS
Se houve vezes na História do Cinema em que os EUA trouxeram a novidade, ou a França, a Itália, o Brasil, a URSS, hoje, sem dúvida, é dos países do Extremo Oriente que surgem os objetos mais notadamente não-identificados. Afora o movimento forte de vanguarda, parece vir de lá, como se não bastasse, o melhor “cinema clássico”, assim como o melhor “cinema comercial”.Tais cinematografias, por se tratarem de obras experimentais e/ou distantes, tem circulação restrita a poucos circuitos alternativos. Devido a essa falta de acesso, acabamos creditando a outrem o pódio que outros mereciam ocupar.
O “Curso de Cinema Asiático Contemporâneo: enfim às Índias” propõe uma grande navegação a esse inexplorado continente, tão rico e fascinante. A cartografia deverá ser crítica, os olhos nus e a vontade de exploração criativa. Serão 4 módulos, 2 cineastas perseguidos em cada. Enfim às Índias, sem sair do lugar.
Módulo 2: A vida como ela é, uma vez
(HONG SANG SOO & JIA ZHANG-KE E A ORIGEM DO MUNDO)
Se gênios do cinema como Yasujiro Ozu, Roberto Rossellini, Eric Rohmer, Jean Eustache acreditaram na máquina audiovisual como esse aparato que ao revelar o mundo constrói um universo, é porque seguiam a máxima hermética que o que está do lado de fora é como o que está do lado de dentro. Verdadeiros mensageiros alados, ao deslizar as encostas do caminho que trilharam, engendraram em seus momentos de comunicação com o mundo, fiéis epifanias, tecidas de arte e milagre.
Hong Sang-Soo e Jia Zhang-Ke, herdeiros contundentes deste cinema que Louis Lumiére, Robert Flaherty, André Bazin, Cesare Zavattini sonharam outrora, são, enquanto orientais (ocidentais), indivíduos ícones de nossa era.
Os personagens do primeiro são sempre homens-artistas-perdidos, perdidos com sua mente e a vontade inelutável de criar, perdidos com sua pica e a vontade inexorável de copular... Em “Noite e dia”, em cena antológica e ontológica, numa exposição dos quadros do realista Gustave Courbet, o casal discute, perscrutando o quadro, se ele se chama “A Origem do Mundo” ou “A Origem do Homem”. O diretor coreano Hong Sang-Soo, ao originar o seu mundo no espaço do tempo de um plano, retorna sempre às origens do homem & ao originar no personagem o homem segue sempre em direção ao mundo. Assim como o quadro que está na parede do museu não é nada além de uma superfície com tintas, o universo que se projeta fantasmático não é nada mais que luz de um outrora aprisionado. A vida como ela é, uma vez.
O segundo, o chinês Jia Zhang-Ke, impressiona com o seu faro de observador atento das superfícies mais profundas. Vê no cinema, claramente, sacro ofício de uma função: registrar o Mundo. Tarefa paradoxal em sua subjetividade-objetividade, labiríntica em suas entranhas, a arte de gravar é, em seu livre-arbítrio, problema ético dos mais complexos.
Em “Em busca da Vida”, filme onde registra o drama de cidadãos se adequando às decisões da nação, Jia traz a tona o homem em sua relação mais direta com a existência. Lembrando sempre da ficção inerente à construção artística, não obstante, nos recorda sempre que há um narrador, e que toda verdade só pode brilhar envolta neste olhar terno e desconfiado chamado mentira. A vida como ela é, uma vez.
Era uma vez...
Idealização e texto: Mateus Moura (APJCC – 2013)
SERVIÇO:
Módulo II – A vida como ela é, uma vez
09, 10, 11 e 12 de julho
De 10h as 13h
No Sesc Boulevard
(Av. Boulevard Castilho França, 522-523 – Campina)
INSCRIÇÕES ABERTAS – de 02 a 12 de julho, das 10h as 18h – no Sesc Boulevard
CURSO GRATUITO COM VAGAS LIMITADAS
Realização: SESC e APJCC
obs: Não é preciso ter feito o módulo I para cursar este módulo.
MINI-CURSO DE CINEMA CONTEMPORÂNEO
O mini-curso pretende através do percurso instituído pelo Mestre Luiz Carlos Gonçalves de Oliveira Júnior em seus textos "A estética de fluxo no cinema contemporâneo e O cinema de fluxo e a "mise-en scene" analisar um recorte da produção cinematográfica contemporânea sob a luz dos conceitos de plano-fluxo, dispositivo e instalação, e mise en scene. De que maneira os filmes de Hou Hsiao-hsien, Gus Van Sant, Claire Denis, Apichatpong Weerasethakul entre outros, são reveladores de uma contemporânea "crise da cena" e de uma sensibilidade neo-primitiva em relação ao mundo e ao fazer cinematográfico? O problema vai do cinematógrafo Lumière aos efeitos em CGI, passando pela longa historiografia da mise en scene clássica. Interessa ao mini-curso, entretanto avaliar de que maneira os realizadores "do fluxo" impõem uma alternativa sensorial ao reino da linguagem.Mini-curso de Cinema Contemporâneo
com Miguel Haoni (Coletivo Atalante)
10 à 12 de julho (quarta a sexta)
das 14h às 18h, no auditório do CCBEU
(Tv. Padre Eutíquio, 1309)
Inscrições: 50 R$
VAGAS LIMITADAS
Realização: Centro Cultural Brasil-Estados Unidos
Apoio: APJCC e Coletivo Atalante
Marcadores:
apjcc,
CCBEU,
cinema contemporâneo,
coletivo atalante,
cursos,
julho,
Mateus Moura,
Miguel Haoni,
Programações,
SESC
27.3.13
APJCC e SESC Boulevard realizam oficina sobre o cinema francês
A proposta da programação é percorrer o caminho do desenvolvimento da linguagem cinematográfica dentro do cinema francês. Nesse sentido, serão abordadas desde as controvérsias a respeito do nascimento do cinema pelas mãos dos irmãos Lumière até a primeira incursão dessa, então, nova tecnologia, no mundo do entretenimento através do ilusionista Georges Méliès. Ainda seguindo uma linha cronológica do desenvolvimento do cinema francês, a oficina passará pelo Impressionismo dos anos 20, pelo Surrealismo surgido no final dessa mesma década, pelo Realismo poético dos anos 30 e 40, pela sua modernização com a Nouvelle Vague e pelo papel da Cahiers du Cinéma, finalizando com uma explanação do atual cenário francês. O trabalho dos cineastas mais significativos também será abordado de forma específica.
Metodologia
A oficina será executada por meio de textos de caráter histórico e ensaios críticos sobre as várias fases do cinema francês, seus principais realizadores, e as obras de maior influência. A exposição será alternada com a exibição de trechos de filmes que elucidem cronologicamente o desenvolvimento da linguagem cinematográfica na França desde 1895 até os dias atuais.
Agenda
17/04................O Nascimento do Cinema na França | O Impressionismo
18/04................O Surrealismo | O Realismo Poético
19/04................A Cahiers du Cinéma e a Nouvelle Vague
20/04................Mise-en-scène dos Cineastas franceses | Panorama do Cinema Francês Contemporâneo
Sobre o ministrante:
Guimarães Neto é colaborador junto à APJCC no movimento cineclubista em Belém entre 2008 e 2009; membro oficial da APJCC desde de 2010, já tendo atuado nos projetos CineUEPA, Cine Aliança Francesa, Cine CASA e Cine CCBEU. Realizou dois vídeos de curta duração (Escorpião, câncer e ságitario e Estudos Sobre o Erotismo vol.1) em novembro/dezembro de 2011 e, entre agosto e novembro de 2012, o documentário de média duração "O espectador comum".
Serviço:
Oficina "Retrospectiva sobre o cinema francês"
De 17 a 20 de Abril (quarta a sábado)
Das 10h às 13h
No Sesc Boulevard (Boulevard Castilho França, 522/523)
Inscrições de de 02 a 16/04 apenas no local
ATIVIDADE GRATUITA
24.8.12
Sessão Daqui apresenta vídeos de Vince Souza, Felipe Silva e Rodrigo Sardo
Vídeos de Vince Souza:
FIGURINHAS DO CINEMA (Vídeoarte de animação, 01:16, 2005)
Storyboard animado de alguns dos milhares personagens que fizeram história nas salas de cinema.
Primeiro lugar no Festival Demonstração da UNAMA em 2005 na categoria vídeoarte de animação.
SANGUE SOLLO (Vídeoarte de animação, 01:21, 2006)
Seqüência de uma perda e solidão de alguém.
CONTROLE REMOTO (Vídeoclipe de animação, 03:35, 2007)
Em um mundo bizarro onde todos somos controlados como robôs quando o controle remoto liga a TV.
Resultado de Produção de Graduação em 2007.
O DIA SEGUINTE (Vídeo, 03:17, 2011)
História sobre comparações e semelhanças de um casal em sua própria dimensão. O estranho é além de viverem sua própria dimensão, o casal nem ao menos se conhecem.
Projeto realizado no primeiro edital Fotoativa de Vídeoarte.
Vídeo de Felipe Silva:
SEGREDOS POSTAIS (Vídeo, 2012)
Depois de 24 anos, vivendo uma vida solitária, Sofia se depara com uma situação inesperada sobre seu passado. Por meio de cartas um segredo abre caminho para uma grande descoberta.
O que falam as cartas?
A investigação de Sofia avança muito além do que poderia imaginar ...
Vídeos de Rodrigo Sardo:
VINDICTA(Vídeo, 5:01, 2011)
Em uma cidade considerada o centro da Mafia, o Boto era o centro de todo o medo, fazendo com que todas as pessoas o temessem e vivia subornando autoridades para que nao fosse pego.
A vida do Boto muda quando obriga a garota Isabel a ser sua serva. O trauma de Isabel foi transferido para seu marido, Leoncio, um militar que jura para si mesmo que ira fazer justica que todos da cidade esperam, mas por falta de poder nao podem fazer.
Boto, o simbolo supremo da Mafia local e um homem requisitado e poderoso, que possui varios capangas para protege-lo, matando quem ousar interferir no seu caminho.
Tanto poder e posto a prova quando Leoncio busca uma vingança amorosa.
RODOVIA 13(Vídeo, 6:03, 2012)
Uma onda de ataques e registrada em uma pequena cidade deserta. As caracteristicas dos assassinatos se ligam em um unico aspecto, aguçando ainda mais a curiosidade dos investigadores Heitor e Felipe.
Kaue e Lais, sao um casal de namorados que se dao bem com os seus jeitos cotidianos, nao dando muita importancia para os acontecimentos na cidade proxima. Os dois sao obrigados a viajarem para resolverem assuntos familiares, quando conhecem a verdadeira face do terror.
Hugo, e um medico maniaco e sem culpa de seus atos mais macabros. Tem prazer no sofrimento alheio e e adepto a pratica da lobotomia. Em um de seus estudos, o doutor fara experiencias novas, aumentando ainda mais seu odio e criatividade nos seus assassinatos.
Heitor e Felipe irao fazer de tudo para que o caso seja encerrado, mas nao fazem a minima ideia do que terao que passar para infrentar a ira do medico desconhecido e fanatico por mortes.
* * *
A "Sessão Daqui" é um projeto do Sesc Boulevard em parceria com a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema) que tem o intuíto de dar visibilidade ao cenário audiovisual Paraense.
Serviço:
Dia 29 de Agosto, quarta-feira, às 19h00
no Sesc Boulevard
(Avenida Boulevard Castilho França, 522/523-Campina)
ENTRADA FRANCA
Realização: APJCC e SESC Boulevard
Curadoria: Tiago Freitas (APJCC)
Mais informações:
sescboulevard.blogspot.com.br
Twitter: @sescboulevard
Twitter: @sescboulevard
Twitter da APJCC
(91) 8421-8071
(91) 8158-1840
(91) 3224-5654
7.6.12
Sessão Daqui apresenta vídeos de Mateus Moura
Sinos de Belém
Badaladas. 3 curtos filmes em homenagem à Belém. Um conto de fadas, uma crônica de horror e um auto de natal.
Sim, em Belém se fazem filmes, nas manjedouras nascem esperanças e nos salões Pilatos lava as mãos.
Épocas e registros. Vã e Bela é a História. Cada peregrino com o seu caminho.
Fiz por outra Razão.
Badaladas. 3 curtos filmes em homenagem à Belém. Um conto de fadas, uma crônica de horror e um auto de natal.
Sim, em Belém se fazem filmes, nas manjedouras nascem esperanças e nos salões Pilatos lava as mãos.
Épocas e registros. Vã e Bela é a História. Cada peregrino com o seu caminho.
Fiz por outra Razão.
12.5.12
"Sessão Daqui" é nova parceria entre APJCC e Sesc Boulevard
![]() |
| "Os comparsas", de Márcio Barradas |
A "Sessão Daqui" é um projeto do Sesc Boulevard em parceria com a APJCC (Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema) que tem o intuíto de dar visibilidade ao cenário audiovisual paraense.
Neste mês de maio, serão exibidos trabalhos de Márcio Barradas.
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Márcio Barradas,
O rebanho.,
os comparsas,
SESC,
sessão daqui
1.4.12
APJCC e Sesc Boulevard promovem oficina de Literatura e Cinema
Literatura e Cinema são artes que sempre caminharam juntas – muito se fala da influência de uma sobre a outra, da contribuição de uma para a outra. Esta oficina pretende abordar essa relação já centenária, porém sem recorrer necessariamente à adaptação cinematográfica propriamente dita.
21.10.11
APJCC e SESC promovem curso de crítica cinematográfica
Cinema é a arte das imagens em movimento. Como arte é o canal de expressão de homens e mulheres que concebem o mundo sob um prisma poético. Como imagens é o espelho da humanidade nos últimos 115 anos: suas ilusões, vergonhas, vitórias e medos projetados em 24 quadros por segundo. E como movimento é a música da luz, a montanha russa nas mais impressionantes paisagens do inconsciente.
Tudo isso, porém, quase sempre passa batido na nossa convencional fruição de filmes. A dieta viciada de audiovisual imposta pela indústria massiva de imagens, nos impede de observar o universo por trás dos "roteiros e atuações".
Poesia em cinema é feita de zoom e travelling; do comportamento da câmera à mise-en-scène; do enquadramento criativo à duração do plano. Em resumo: da forma como se manipula a linguagem cinematográfica.
Nesse sentido o Centro Cultural SESC Boulevard propõe o Curso de Crítica Cinematográfica (ministrado por Miguel Haoni da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema), que com a ajuda da História Contemporânea e da Filosofia da Arte pretende lançar um outro olhar sobre o fenômeno audiovisual artístico.
O curso pretende, através de três unidades ( I Cinema Clássico Hollywoodiano; II Vanguardas de 20; e III Cinema Novo brasileiro) observar como diferentes cineastas concebiam a arte em momentos chave de sua evolução histórica.
A partir do debate crítico, leitura de textos e análise de filmes ("Sua Esposa e o Mundo" de Frank Capra e "Iracema - Uma Transa Amazônica" de Jorge Bodanzky e Orlando Senna) o curso pretende desvendar de que maneira esta linguagem de imagens é tecida na construção de discursos e sensações, configurando parte fundamental de nossa experiência no mundo contemporâneo.
Sobre as unidades:
Unidade I: Artífices da transparência: o cinema clássico
Após a sua conturbada gênese, o cinema atravessou um processo de moralização simultâneo ao desenvolvimento de sua linguagem específica. Protagonizado por cineastas americanos, o "cinema clássico" representou a libertação dos códigos cinematográficos de seus correlatos nas outras artes. Apesar da domesticação posterior, sua criação entretanto, representou um dos momentos mais criativos na história.
Unidade II: A imagem fluida ou as Vanguardas de 1920
Na Europa dos anos 20, enquanto o cinema se enrijecia num padrão clássico, diversas cinematografias nacionais propunham novas formas de abordagem audiovisual. O impressionismo e o surrealismo na França, o expressionismo na Alemanha e as pesquisas de montagem na União Soviética ofereciam uma oposição selvagem ao modelo cinematográfico hegemônico.
Unidade III: Uma câmera na mão e muita raiva: Glauber Rocha e o Cinema Novo
Após o lançamento do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, o cinema brasileiro havia entrado definitivamente por uma nova vereda. O contato entre grupos de jovens cineastas na Bahia e no Rio de Janeiro afinava aquilo que desencadearia um dos movimentos cinematogáficos mais importantes do 3° mundo. O Cinema Novo brasileiro deixou um legado valiosíssimo para o audiovisual latino americano e através da trajetória de seu maior mestre, Glauber Rocha, acompanharemos como a revolução chegou às telas do país.
Serviço:
Centro Cultural SESC Boulevard apresenta: Curso de Crítica Cinematográfica (12 horas/aula).
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)
De 25 a 27 de outubro (terça a quinta), das 18 às 22 horas no auditório do SESC Boulevard (Boulevard Castilho França, n°522/523)
Informações pelo fone: 3224-5654/5305
INSCRIÇÕES GRATUITAS NO LOCAL
VAGAS LIMITADAS
Realização: CCBEU e APJCC
Tudo isso, porém, quase sempre passa batido na nossa convencional fruição de filmes. A dieta viciada de audiovisual imposta pela indústria massiva de imagens, nos impede de observar o universo por trás dos "roteiros e atuações".
Poesia em cinema é feita de zoom e travelling; do comportamento da câmera à mise-en-scène; do enquadramento criativo à duração do plano. Em resumo: da forma como se manipula a linguagem cinematográfica.
Nesse sentido o Centro Cultural SESC Boulevard propõe o Curso de Crítica Cinematográfica (ministrado por Miguel Haoni da Associação Paraense de Jovens Críticos de Cinema), que com a ajuda da História Contemporânea e da Filosofia da Arte pretende lançar um outro olhar sobre o fenômeno audiovisual artístico.
O curso pretende, através de três unidades ( I Cinema Clássico Hollywoodiano; II Vanguardas de 20; e III Cinema Novo brasileiro) observar como diferentes cineastas concebiam a arte em momentos chave de sua evolução histórica.
A partir do debate crítico, leitura de textos e análise de filmes ("Sua Esposa e o Mundo" de Frank Capra e "Iracema - Uma Transa Amazônica" de Jorge Bodanzky e Orlando Senna) o curso pretende desvendar de que maneira esta linguagem de imagens é tecida na construção de discursos e sensações, configurando parte fundamental de nossa experiência no mundo contemporâneo.
Sobre as unidades:
Unidade I: Artífices da transparência: o cinema clássico
Após a sua conturbada gênese, o cinema atravessou um processo de moralização simultâneo ao desenvolvimento de sua linguagem específica. Protagonizado por cineastas americanos, o "cinema clássico" representou a libertação dos códigos cinematográficos de seus correlatos nas outras artes. Apesar da domesticação posterior, sua criação entretanto, representou um dos momentos mais criativos na história.
Unidade II: A imagem fluida ou as Vanguardas de 1920
Na Europa dos anos 20, enquanto o cinema se enrijecia num padrão clássico, diversas cinematografias nacionais propunham novas formas de abordagem audiovisual. O impressionismo e o surrealismo na França, o expressionismo na Alemanha e as pesquisas de montagem na União Soviética ofereciam uma oposição selvagem ao modelo cinematográfico hegemônico.
Unidade III: Uma câmera na mão e muita raiva: Glauber Rocha e o Cinema Novo
Após o lançamento do filme Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, o cinema brasileiro havia entrado definitivamente por uma nova vereda. O contato entre grupos de jovens cineastas na Bahia e no Rio de Janeiro afinava aquilo que desencadearia um dos movimentos cinematogáficos mais importantes do 3° mundo. O Cinema Novo brasileiro deixou um legado valiosíssimo para o audiovisual latino americano e através da trajetória de seu maior mestre, Glauber Rocha, acompanharemos como a revolução chegou às telas do país.
Serviço:
Centro Cultural SESC Boulevard apresenta: Curso de Crítica Cinematográfica (12 horas/aula).
Ministrante: Miguel Haoni (APJCC)
De 25 a 27 de outubro (terça a quinta), das 18 às 22 horas no auditório do SESC Boulevard (Boulevard Castilho França, n°522/523)
Informações pelo fone: 3224-5654/5305
INSCRIÇÕES GRATUITAS NO LOCAL
VAGAS LIMITADAS
Realização: CCBEU e APJCC
27.4.11
Cinema documentário no II módulo do curso "A arte audiovisual"
Curso "A arte audiovisual"
Módulo 2 O cineasta perscrutando a realidade (24 horas/aula)
Ministrante: Mateus Moura (APJCC)
de 03 a 08 de maio (terça a domingo)
das 9 às 13 hs
no auditório do SESC Boulevard
Inscrições gratuitas
Vagas limitadas
Sobre o curso:
As pretensões principais são sete: 1. Estimular a cinefilia como prática espiritual; 2. Enfocar certas formas de cinema que caminham estradas marginais; 3. Provocar o ser humano - tenha ele a condição que tiver - a realizar a prática cinematográfica; 4. Convocar os pensadores cinematográficos à produção escrita; 5. Desenvolver poder necessário para vôos críticos na questão filosófica trinária "O que é o cinema? O que é a realidade? O que é o documentário?"; 6. Compreender uma face da História da Humanidade através de certos Artistas e Imagens; e 7. Se questionar o que é a educação, a arte e a cultura - e o cineclubismo no seio disso.
Através da exposição de idéias, filmes, fatos e sonhos, deseja caminhar este curso (o segundo da trindade que pretende abarcar uma discussão sobre a “Arte Audiovisual”).
Sobre as unidades:
1 - Onde tudo começou...
- O primeiro cinema (atualidades X atrações)
- O cinema (ficção X documentário)
- “Diretor”, “Cinegrafista”, “Fotógrafo”, “Cineasta”
- A História (contada X registrada)
2 – Robert Flaherty – encenando a realidade
- O espetáculo do real
- encenação X registro
- luz, som e paisagem
- Robert Flaherty (autor)
3 – Dziga Vertov - um homem, uma câmera e o mundo
- “kino-glaz” (cine-olho) e “kino-pravda” (cine-verdade)
- os kinoks e os meios de produção
- o contexto histórico (vanguarda e comunismo)
- a montagem (manipulação)
4 – Robert Drew e cia - observadores sociais
- a evolução tecnológica e sua relevância na revolução estética
- o cinegrafista, o técnico de som e o montador
- o tema
- “direct cinema”
5 – Jean Rouch – o desbravador da humanidade
- rapsodo das imagens em movimento (a poesia da narração)
- o experimentalismo a partir do registro
- a realidade interior
- “cinéma vérité”
6 – Eduardo Coutinho – o conversador
- o documentário brasileiro e o cinema do terceiro mundo
- a entrevista
- o ator natural
- o filme se fazendo durante a filmagem
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