29.5.12

APJCC e Sesc Boulevard realizam curso de cinema oriental contemporâneo

Curso de Cinema Asiático Contemporâneo: enfim às Índias

Se houve vezes na História do Cinema em que os EUA trouxeram a novidade, ou a França, a Itália, o Brasil, a URSS, hoje, sem dúvida, é dos países do Extremo Oriente que surgem os objetos mais notadamente não-identificados. Afora o movimento forte de vanguarda, parece vir de lá, como se não bastasse, o melhor “cinema clássico” assim como o melhor “cinema comercial”.
Tais cinematografias, por se tratarem de obras experimentais e/ou distantes, tem circulação restrita a poucos circuitos alternativos. Devido a essa falta de acesso, acabamos creditando a outros o pódio que outros mereciam ocupar.
O “Curso de Cinema Asiático Contemporâneo: enfim às Índias” propõe uma grande navegação a esse inexplorado continente, tão rico e fascinante. A cartografia deverá ser crítica, os olhos nus, a vontade de exploração criativa. Serão 4 módulos, 2 cineastas perseguidos em cada. Enfim às Índias, sem sair do lugar.

25.5.12

Cine CCBEU comemora 3 anos com sessão especial


O último dia 21 marcou exatos 3 anos desde que a sessão de "O Poderoso Chefão" inaugurou uma das parcerias mais frutíferas da APJCC. A trilogia de Francis Ford Coppola foi apenas o ponto de partida do Cine CCBEU. A trajetória inclui obras de diretores ilustres, outros nem tanto, alguns elogiados pela crítica, outros mais considerados pelo público. A todas, foi dado o direito de exibição e debate, direitos mínimos de toda obra audiovisual.

Matadouro apresenta "As Fugitivas", de Jean Rollin




Próximo à hora perifeérica do amanhecer, ainda nas brumas da madrugada, uma mulher corre desesperada por uma estrada, nas imediações de Paris. Elizabeth é seu nome, é a única coisa da qual se lembra. Ela só vive o presente, não há futuro ou passado, apenas o imediato, tal qual o cinema e a condição de assistir em que existimos.

17.5.12

Cine CCBEU apresenta "Natal Sangrento", de Bob Clark



“Black Christmas” é considerado por muitos o nascimento do Slasher moderno, pois toda iconografia do gênero esta lá: câmera subjetiva, os telefonemas ameaçadores, limitação do espaço onde os crimes ocorrem, a data comemorativa e a cereja do bolo... a garota sobrevivente!